O que fazer com um cérebro desgovernado, perturbado, desfeito em minúsculos pedacinhos que não fazem sequer sentido, enquanto preso aos piores caminhos, agarrado aos gritos de dor?
O que fazer com uma sensação de vazio, com a sensação de ter caído em um poço profundo e não conseguir subir o suficiente? Parar o relógio da vida? Dar ao tempo o tempo que se foi em vão? Afogar a mente em um sono forçado?
De alguma maneira, todos nós passeamos pelo inferno, e os fantasmas da mente vêm contar suas histórias.

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