É como se tivesse partido. Para um lugar que não é necessário saber onde, mas, que está por lá.
E o que restou foi aguardar. O dia. A hora. Os passos, para, enfim, voltar.
Mas, por enquanto, é o frio, a casa vazia, e, o vento lá fora que movem os segundos.
PS: E se o trem nunca chegar?

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